domingo, 11 de abril de 2010

Promotoria quer cancelar terceirização na saúde

Adriana Ferraz
do Agora
O Ministério Público Estadual denunciou, ontem, a "quarteirização da saúde" em São Paulo. Segundo ação civil apresentada à Justiça, o governo estadual tem contrato de gestão com uma organização ligada à Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) que faz apenas o papel de intermediária no negócio.
Em vez de realizar os exames laboratoriais, conforme previsto em contrato, a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) repassa a função e, pelo serviço, cobra uma taxa de 6% --ou R$ 50 mil mensais.
30/11/2009

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